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Como surgiu?

Apesar de termos evidências de que a Iridologia era usada desde a antiguidade pelos egípcios e pelo povo Caldeus (1000 A.C.), é mais citado e conhecido o seu uso na antiguidade, por Hipócrates, o pai da medicina, mas a trajetória da Iridologia teve uma ênfase entre os anos de 1670 a 1980. Os pesquisadores deste período mais citados são Philipus Meyens, que publicou o primeiro artigo sobre Iridologia em 1670, e Johann Sigmund Eltzholtz, que ampliou os estudos de Meyens em 1695, mas a maior divulgação na verdade, se deu em torno de uma estória relacionada a uma coruja, que passou assim a ser o símbolo da Iridologia.

Visorium Iridologia

Segundo esta estória, em 1837 um menino húngaro chamado Ignatz Von Peczely, descobriu uma coruja com uma perna quebrada, decidiu cuidá-la e passou a observar uma linha escura e aparente no olho da coruja que gradualmente mudava de cor conforme a coruja se recuperava. Mais tarde, quando Peczely se graduou como médico, começou a observar os sinais nos olhos dos pacientes e desenvolveu um dos primeiros mapas iridológicos conhecidos.

Entre os anos de 1920 e 2006, foi o momento em que realmente a Iridologia se desenvolveu de forma científica e profissional, devido ao surgimento de melhores sistemas de captação de imagens. Vários cientistas pesquisaram e contribuiram com o tema, mas realmente os grandes nomes que impulsionaram a prática da Iridologia foram o Norte americano Phd. Bernard Jensen e o alemão Dr. Josef Deck.

Na atualidade, existem vários nomes a citar, mas vale destacar o Dr. John Andrews, da Inglaterra, e o Dr. Daniele Lo Rito, da Itália, devido aos seus esforços com a divulgação e as novas pesquisas da Iridologia Moderna que tem trazido uma nova visão baseada em inúmeros casos clínicos comprovados.